Á minha frente, vejo o sol descer ao mar.
Penso se estará ele a esconder-se
Ou se é o próprio mar que o está a devorar.
Terá o sol motivos para se esconder?
A luz começa aos poucos a extinguir
E o mar cobre a terra cada vez mais
Por muito que as estrelas nos consolem,
Tornam-se as ondas mais banais.
Quebra-se o silencio no ar…
A agua furiosa, salga-se nas rochas
E o ser humano aprecia!
De manha, deixam as vitimas na costa.
Mas com quem estaria o mar furioso?
Incorporou na sua guerra o vento,
As rochas, e todos os seus seres
E quem sabe, o sol, que duvidoso
Soube esconder-se a tempo.
Será tão complexo o motivo dessa equação…
Que a natureza, num equilíbrio perfeito
Não encontra uma solução?
Se calhar porque o seu equilíbrio não é mesmo perfeito!
O Homem, diz ser um fenómeno…
“por do sol”, é assim que o designam.
Já eu, chamo-lhe egoísmo,
“Egoísmo do mar” por teimar em parar,
Por matar a sua fúria dissolvendo o sal,
Matando as algas, destruindo a terra
E tirando a luz aos Homens,
Tornando-os a si iguais.
Frios e assustadores.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
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